domingo, 30 de agosto de 2009

12.08 a 30.08 ---> Updating the Agenda

No regresso, a incerteza da gripe da moda.

Dia 14
Chegada ao Curry Cabral, a máscara, o sentimento da lepra (os velhinhos a fugir de moi), a triagem, o medo, os sorrisos, a atracção fatal (probably ill, but always looking at...), a certeza do 'não' com a advertência 'apesar disso, terá que ficar em casa', a farmácia, o telefonema para a boss, o regresso adiado à empresa, a pergunta 'o que fazer com estas histórias e energia vindas de Cuba?'

De 14.08 a 24.08.
A falsa quarentena, o histerismo no ar, a empresa não me quer com rinofaringite, o médico não me deixa (grupo de risco, so they say), a vontade de atracar no sofá, a vontade de agradar a vontade, o prolongamento da inércia, o cansaço, a dormência dos medicamentos, o sentimento transpotting, a não rendição aos programas da manhã, o matar saudades da santa Radar, o retomar das leituras, a cansativa procura de respostas para tudo aquilo que não entendo, o dormitar entre séries de TV, a imensa saudade dos cigarros, a descoberta da vida regada a sumos de laranja e as saudades do mar....

De 25.08 a 30.08.
O regresso ao mundo do trabalho, o outlook, os mails, as reuniões, a enorme falta de paciência para as atitudes mesquinhas, a personagem, os jantares com os amigos, o sentir-me viva, o meu Monumental, a sardinhada com a família, os vodkas limão, as atitudes intempestivas mas com sabor, o absolute beginners (que irá ser sempre uma das músicas da minha vida), os abraços, o estar com quem se gosta.

Um advento de um domingo (dia odioso por excelência neste reino), um projecto tímido de uma ida à praia, a convicção de um 'yes, I can' - a expectativa gorada ou não de um acordar ligeiro que confirme todos os desejos feitos esta madrugada..
Por fim, o cepticismo de não resistir a 3 despertadores.

sábado, 29 de agosto de 2009

04-12.08 -----> Cuba Libre


Para mi compañera de viaje,

Palavras Chave, consegues fazer o puzzle?

Habana, tia, filetes, coco taxi, restaurantes paladares, La Bodeguita del Medio, La Floridita, Bairro da Santeria, o artista, a compra, feiras, Zé Luís, Museu do Tabaco, Capitólio, pés inchados, o Flores, o Aitor, Bar de Jazz, táxi comunitário, fotografias a 1000.

Varadero, praia, o francês, buffet, CK One, piña colada 'sin vitaminas', ler, dormir, sprints ao wC, alergia, sol, mar, coffee & cigarretes na piscina, os livros, as trocas de ideias, o suadouro, à torreira, o questionário de insatisfação, o medo da viagem, o conformismo do regresso, o restaurar das forças.


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Who's Gonna Save My Soul?

A Nonsense reflection quick guide.
O vídeo não é recente, mas só agora é que o vi.
Consumir com A T E N Ç Ã O

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O Homem que Anima os Meus Dias



Tens tudo no nome, aguardávamos o Messias.
Tens a garra necessária,
Deves entrar naqueles balneários e desfiar o alfabeto quando a coisa não corre de feição,
Tens o haircut, não queríamos outro.
Gosto do tique que fazes à boca, quando estás nas conferências de imprensa,
És um pintas, mas precisavámos de um pintas Jesus, para arrumar a casa.
Pintas Jesus, é um cocktail missionário e salvador.


Biografia do Jesus, numa nova bíblia:

Jorge Jesus (Amadora, 24 de Julho de 1954) é um treinador de futebol português.

Jorge Jesus foi um jogador de futebol mediano, tendo representado, entre outros emblemas, o Belenenses e o Sporting. Impulsivo, mestre da táctica, soube aproveitar os conhecimentos adquiridos em vários estágios no estrangeiro (nomeadamente com Johan Cruijff) para se lançar numa carreira de técnico de muito trabalho e de algum sucesso. O primeiro clube que treinou foi o Amora, tendo-se sagrado campeão nacional da 3ª Divisão. Seguidamente, orientou o FC Felgueiras que subiu desde a 2ª Divisão B até à primeira liga do futebol português (1ª participação deste clube no principal campeonato). Os seus bons serviços foram recrutados sucessivamente por CF Estrela da Amadora, o Vitória de Setúbal e o Vitória de Guimarães (todos no escalão principal).

No entanto, Jorge Jesus teve também alguns momentos menos felizes como as descidas de divisão com Felgueiras (95-96) e com Moreirense (04/05).

Orientou a equipa principal do Clube de Futebol "Os Belenenses", tendo conseguido, na época de 2006/07, o 5º lugar na Liga, a presença na final da Taça de Portugal (derrotado pelo Sporting por 1-0) e a qualificação para a Taça UEFA.

A 20 de Maio de 2008 foi oficialmente contratado pelo Sporting Clube de Braga como treinador para a época 2008/2009; levando nesta época a equipa até aos oitavos-finais da Taça Uefa, ganhando inclusive a Copa Intertoto, algo nunca antes conseguido pelo clube.
No final da época 2008/09 após várias especulações foi anunciado um princípio de acordo entre o Benfica e Sporting de Braga para a contratação do treinador por 700 mil euros em compensação. O acordo foi confirmado, e Jorge Jesus foi contratado por um período de dois anos, mais um de opção.

Durante a apresentação oficial como treinador do Benfica por 2 anos mais 1 de opção, mostrou-se bastante confiante no seu trabalho ao dizer que chegava ao clube.


Factos Curiosos
Tem fama de ser um trabalhador incansável e mostrou isso logo ao segundo dia como treinador oficial do clube ao dedicar-se imediatamente a 100% ao clube acabando até por abdicar das férias.
Na época de 2008/2009, antes do jogo entre o Braga e o Benfica adivinhou o onze titular, que até acabou por apresentar-se diferente do habitual, do conjunto orientado na altura por Quique Flores.

In Wikipédia

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Distraír-me de MOI MÊME



Volto dia 11,
Vamos combinar uma jantarada?

A Máxima de Paulito

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Deixar-te partir....

Há pessoas que atravessam as nossas vidas como corredores velozes, que deixam marcas, memórias, reminiscências. Tu ÉS uma dessas pessoas.

Pouco tempo antes de ires embora, dei por mim sentada no puff da tua sala, a tentar perceber como iria ocupar a tua ausência, como poderia encher aquele vazio que já estava a sentir...Convenci-me que iria seguir a velha lógica do 'one day after another', mas depressa constatei que iria ser duro, uma tarefa árdua, digna de um pit bull.

Foram tempos que passaram depressa, mas intensos. A minha velocidade pessoal não conseguiu acompanhar tudo aquilo, eis a primeira assumpção escrita neste texto.

Fizeste-me uma imensa falta,
Para trás ficaram as conversas na tua mesa azul da cozinha,
A tua austeridade no tom que eu tanto aprecio e que alternavam sempre com um piada britânica, em jeito de humor inglês do sul,
O adormecer sempre que via filmes na tua casa (até hoje continuo a pensar que aquela TV tem um efeito hipnótico fora do normal),
A minha resistência e inaptidão para as tarefas culinárias,
A tua atenção relativamente ao meu resumo (que nunca era resumo) do meu dia,
As trocas de impressões sempre acesas acerca das boas práticas dos RH,
As gargalhadas, a cumplicidade, a vontade de estar...

Voltaste.
Quis ouvir as novas que tinhas para contar,
Um admirável mundo novo, portanto,
Estava tudo diferente.

Eu não entendi que aquele tempo tinha ficado no tempo.
Provavelmente fui tomada por uma insensatez quase adolescente, queria forçar os ponteiros do relógio...Queria voltar ao Inverno, aos casacos compridos, às corridas até ao Monumental, queria...É o incondicional que fala, como se de um tempo verbal, se tratasse.

Conheces-me bem,
Continuo a sentir a tua ausência, uma falta do tamanho do mundo,
Não porque estou tomada de uma carência absurda e excepcional,
Apenas porque há pessoas e momentos que fazem parte de um espólio quase sacro,
São pequenas relíquias, que não nos apetece partilhar com nada e com ninguém,
Quando nos furtam da sua presença de alguma forma,
Questionamos o sentido das coisas,
Aquilo que projectamos nos outros.
Eu pequei porque pensei que seria especial, pois esse era o meu profundo e secreto desejo.

Irei sempre lembrar-me de uma imagem,
Da minha chegada aquela festa,
Vi o teu semblante e reconheci-te,
Tinhas aquele ar cool que tanto te caracteriza,
Mãos nos bolsos e a falar com o teu grupo de amigos.

SIM,
SINTO FALTA DA ‘TUA’ PAZ.
Era impar…
Sempre que oiço Brel, lembro-me de ti.
Tenho de deixar-te partir...